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Boletim nº 101

MODELANDO SEGUIDORES


O efetivo ministério de Jesus teve início após o batismo oficiado por João Batista (Mateus 3.13-17), seguido pelo período de 40 dias no deserto, quando foi tentado pelo diabo (Mateus 4.1-11); a partir de então, Jesus fixou residência em Cafarnaum, na província da Galiléia, pregando a proximidade do Reino de Deus (Mateus 4.12-17).  Jesus estava com 30 anos, seu ministério teria a duração de 3 anos; tanta coisa para fazer e tão pouco tempo. Que modelo ministerial poderia ser adotado para atender melhor a demanda?
Uma consultoria provavelmente apontaria para a importância da realização de grandes eventos, com uma forte dose de propaganda, não descurando evidentemente da imagem de Jesus perante a sociedade. No entanto, os Evangelhos registram que Jesus gastou a maior parte do seu tempo com uns poucos amigos (João 15.13-15), conhecidos como discípulos, a quem ele chamou de apóstolos (Lucas 6.13), pois, eles seriam enviados (isto é o que quer dizer apóstolo). No bojo da convocação estava a tarefa de continuarem a ser pescadores, porém, desta feita, não mais de peixes, mas de homens (Mateus 4.19).  Praticamente, em todos os acontecimentos do ministério de Jesus aqueles homens estavam presentes; muitos outros, também, estavam juntos, mas a atenção de Jesus pairou sobre os 12. Parece-nos que tudo o que Jesus fazia ou dizia tinha o objetivo de ensinar alguma coisa para eles. Também, algumas coisas que eles faziam podia ser tomado como um ensino às avessas (Lucas 9.46).  Jesus modelou os discípulos mediante o seu próprio exemplo. Ele não se estabeleceu como um mestre que fica a desfiar uma filosofia abstrata. Seu método de ensino exigia a prática de vida. Um exemplo fenomenal desta realidade se pode ver no episódio conhecido como lavapés (João 13.4-5).Com o objetivo de ensinar acerca do valor de servir, Jesus assumiu a posição do serviçal da casa; e, na aplicação do ensino, ele ponderou: “se eu, sendo o Senhor e o Mestre vos lavei os pés, também, vós deveis lavar os pés uns dos outros” (João 13.14).  Alguns cozinham para outros comerem, mas eles mesmos não gostam da comida que fazem; alguns costuram para outros vestirem, mas eles mesmos não vestem o figurino. O que Jesus propôs, ele mesmo experimentou.  Ao final do seu ministério, Jesus ampliou a visão do desafio que havia feito aos seus amigos lá no início, quando colocou as coisas nos seguintes termos: “Fazei discípulos de todas as nações” (Mateus 28.19). Isto já estava implícito na convocação para pescar homens, mas, agora, tudo ficava mais evidente.Desta forma, com a saída de cena do próprio Jesus, a continuidade da obra iria recair sobre os ombros dos apóstolos, e uma dinâmica ficou estabelecida: discípulos fazem discípulos, geração após geração.  Num único versículo da Bíblia podemos ver esta dinâmica alcançando pelo menos 4 gerações. Escrevendo a Timóteo, Paulo diz: “E o que de minha parte ouvistes (Paulo discipulou a Timóteo), através de muitas testemunhas (discípulos de Paulo), isso mesmo transmite a homens fiéis e idôneos (discípulos de Timóteo), para instruir a outros” (II Timóteo 2.2).

Rev. Juarez Marcondes Filho
Pastor Igreja Presbiteriana de Curitiba

ano_3

ESCALA DIÁCONOS e RECEPCIONISTAS

03/04/2011 Portella e Denise/
Márcio e Lilian

10/04/2011 Aramis e Alice/
Loriloi e Benedita

17/04/2011 Jonas, Creuza,
Mauricio, Denise e Fumio

24/04/2011 Francielo e Gleyce/
Samuel e Jaqueline

01/05/2010 Portela e Denise/
Márcio e Lilian


ESCALA DOS PRESBÍTEROS

20/03/2011 Jair de Lima Máximo

27/03/2011 Josué de Souza Freire

03/04/2011 Rafael da Conceição

10/04/2011 Jair de Lima Máximo



LIDERANÇA
Rev. Anisio Romanini
Tel.: 3244-9660
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Rev. Cláudio C. Formigal
tel.: 3569-2377
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Acesso Restrito