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Boletim nº 99

TRANSMITINDO A VIDA


Antes de analisar melhor o que é o Discipulado, é preciso entender o que ele não é.
Discipulado não é um programa de estudos, uma espécie de currículo bíblico básico, que oferece, a quem está sendo instruído, uma noção das doutrinas fundamentais da fé cristã, que será de grande utilidade no aprendizado das Escrituras Sagradas. Discipulado, também, não é a formação de uma categoria especial de crentes, tida como a mais espiritual entre os irmãos, a ponto de sugerirmos que no seio da Igreja haja discípulos e não-discípulos. Com muito temor, poderíamos, apenas, afirmar que há bons e maus discípulos, mas jamais listá-los. Discipulado, igualmente, não pode ser compreendido como um mero método de instruir as pessoas, em meio a tantos métodos possíveis, de  tal maneira que poderíamos escolher um ou outro método para chegar ao nosso objetivo.
Da mesma forma, discipulado não é simplesmente uma estratégia visando ao crescimento da Igreja, de tal sorte que, se formos bem sucedidos na aplicação do projeto, a Igreja terá um desenvolvimento mais expressivo, seja no plano numérico, seja na qualidade dos seus membros.
Por fim, discipulado não é uma novidade que, como em geral acontece com todas as novidades, tem prazo de validade, e assim o que hoje pode parecer bastante útil, amanhã poderá ter sido superado por outra novidade. É verdade que a terminologia usada por Cristo deixou de ser utilizada com ênfase durante longo tempo, tendo voltado mais recentemente à baila; mas isto não significa que deixou de haver discipulado durante aquele período.
O discipulado não exige um programa de estudos? Sim, mas ele é mais do que isto. O discipulado não define uma metodologia bastante inteligente para o desenvolvimento da Igreja? Sim, mas ele não se limita a isto. Então, como melhor defini-lo?

Discipulado é a dinâmica que Jesus estabeleceu para sua Igreja, no propósito de que a vida fosse transmitida aos homens, a fim de que o Reino de Deus chegasse a toda a criatura.

Jesus inaugurou o Reino (Marcos 1.15), ensinou seus valores e princípios (Mateus 5-7), deixando como incumbência a seus primeiros seguidores (discípulos) que eles igualmente fizessem discípulos (Mateus 28.19). A vida que estava em Jesus (João 1.4), nos foi assegurada pela maravilhosa obra da redenção que ele mesmo realizou (Romanos 3.23-26). Recebemos esta vida (“vida eterna”), pelo novo nascimento, o nascimento do Espírito (João 3.3-7). Ora, o recém-nascido espiritual precisa crescer espiritualmente e é aqui que o discipulado se apresenta como a dinâmica proposta por Jesus.

Rev. Juarez Marcondes Filho
Pastor Igreja Presbiteriana de Curitiba

ESCALA DIÁCONOS e RECEPCIONISTAS

06/02/2011 Portella e Denise/
Márcio e Lilian

13/02/2011 Aramis e Alice/
Loriloi e Benedita

20/02/2011 Nivaldo e Midori/
Ricardo Silvia e Fumio

27/02/2011 Jonas e Creuza/
Mauricio e Denise

06/03/2011 Francielo e Gleyce/
Samuel e Jaqueline

07/03/2010 Portela e Denise/
Márcio e Lilian


ESCALA DOS PRESBÍTEROS

06/02/2011 Jair de Lima Máximo

13/02/2011 Josué de Souza Freire

20/02/2011 Rafael da Conceição

27/03/2011 Jair de Lima Máximo



LIDERANÇA
Rev. Anisio Romanini
Tel.: 3244-9660
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Rev. Cláudio C. Formigal
tel.: 3569-2377
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Acesso Restrito